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sábado, 25 de fevereiro de 2012

Luzes, câmera... planejamento

Hoje mais uma reunião de trabalho com o Chefe Giuliano Tramontini do Grupo de Escoteiros Souza Lobo sobre o projeto de ação ambiental voluntaria... aos poucos vamos dando mais foco no possível. Procuro agora por Educadores ambientais voluntários para compormos um "currículo" ou um "programa" de educação ambiental para jovens de 8 a 18 anos focado em: resíduos urbanos e compostagem, reflorestamento urbano - cuidados com as árvores, consumo consciente... mas aberto a acréscimos.


Muito feliz com a receptividade!


E tu tá fazendo o quê? Só reclamando dos políticos?

quarta-feira, 8 de fevereiro de 2012

Sacola, sacolão, sacolinha...

E segue, embora já perdendo fôlego, a polêmica das ações dos supermercadistas de São Paulo em busca de alguma mudança no problema do Excesso de sacolas plásticas que infestam as cidades, rios e oceanos.

Na minha visão, o melhor aspecto desta mudança é a cobrança por parte dos estabelecimentos de valores unitários por sacolinha oxibiodegradavel e a não distribuição "gratuita" das antigas sacolinhas. Mas porque?

Em primeiro lugar, não existe conhecimento sobre a biodegradabilidade das sacolas oxibiodegradaveis e teoricamente o amido de milho que é incluído na fórmula apenas garante que a sacolinha irá "desaparecer", mas esse desaparecer não é o mesmo que se biodegradar, já que o amido funciona como uma "cola" entre moléculas de plástico, a cola desaparecendo as moléculas de plástico continuarão existindo pelo mesmo tempo que as moléculas das sacolinhas normais, apenas não estarão visíveis. Mas qual a consequência de não estarem visíveis? ninguém sabe! Então não dá ainda pra dizer que são melhores ou piores que as antigas. 

Porém o fato de as novas sacolinhas serem cobradas individualmente fará com que a população tenha um pouco mais de consciência a respeito de quantas sacolinhas utiliza, e fará que ao menos uma parte da população passe a refletir se realmente precisa de tantas sacolinhas assim apenas para acondicionar seu lixo, já que se a consciência ambiental não dói (até por nem existir), o bolso sempre dói e sempre faz pensar.

Eu particularmente estou atônito, embora já devesse estar acostumado! Pois é justamente contra este fator que a população se mobiliza, utilizando argumentos, no mínimo pouco inspirados, como dizer que as antigas sacolinhas eram de graça! Ora, nenhum comerciante dá nada de graça para ninguém, a diferença é única e exclusivamente que o custo das sacolinhas está embutido na mercadoria, exatamente como o custo dos funcionários, da energia elétrica, do imóvel, e todos os outros custos "gerais" do estabelecimento.

Isso demonstra que o problema ambiental não é "culpa" do governo, e sim nossa culpa, da sociedade, da população, pois é a nossa visão comodista/consumista que nos leva a criticar as ações que efetivamente podem gerar alguma mudança pois preferimos "exigir" do governo soluções "mágicas" que mudem a situação, sem custo financeiro ou de nossa comodidade!

E ai? já deixou de usar as sacolinhas? Tem alguma solução melhor? Conta ai?

terça-feira, 7 de fevereiro de 2012

Hoje tive a primeira reunião de trabalho na tentativa de formar um grupo, um movimento de ação ambiental. Foi uma reunião de alinhamento de expectativas e trocas de ideias e experiências com o Sr. Roberto do Grupo Escoteiro Marechal Osório 56RS. Foi muito interessante ouvir as experiências e realizações do grupo, bem como as dificuldades entradas, além é claro do interesse num movimento de ação, de mão na massa. Saí consciente de que o caminho é árduo e longo, mas muito motivado!
Agora é botar a mão na massa, aproveitar as descobertas e oportunidades abertas na conversa para qualificar e dar concretude ao projeto, além de aproveitar essa dose de motivação para maximizar a busca por outros interessados e possíveis parceiros.
E ai, alguém a fim de um trabalho voluntario ambiental?

sexta-feira, 27 de janeiro de 2012

FST, Sustentabilidade, "Tribos" e "Canibalismo de idéias"

Está ocorrendo neste Momento aqui em Porto Alegre o FST(Fórum Social Temático), que é uma variação do famoso e praticamente extinto Fórum Social Mundial. 
A Temática deste ano é a sustentabilidade, sendo mais presente a sustentabilidade ambiental.
O Fórum tem programação de aproximadamente 1000 eventos espalhados pela cidade e arredores, com oficinas, workshops, palestras, mesas redondas, shows, etc...
O Assunto é de grande interesse para este Blog, e assim que o trabalho me permitir estarei participando de alguns destes eventos e talvez falando mais profundamente a respeito.
Mas este Post é para comentar sobre um outro aspecto interessante para reflexão e preocupante para quem é um ativista ambiental que é a quase total menosprezo da população de Porto Alegre para com o Fórum como espaço de discussão e reflexão. 
Afora algumas entidades e movimentos consolidados e já envolvidos com sustentabilidade o que tenho ouvido do restante da população é reclamação sobre os impactos do Fórum no dia a dia(trânsito principalmente) e comentários do tipo: "aquele acampamento de Ripongas", "aquela gente que não tem nada pra fazer", etc.
Triste perceber que a população continua tão alheia ao problema da sustentabilidade e pior ainda menos consciente de que a mudança é sua responsabilidade!
Mas refletindo um pouco mais, penso que esse desprezo da população não é exclusividade do Fórum, acontece também em relação a outros aspectos bastante diversos, como as artes por exemplo é normal ver esse mesmo menosprezo em relação a Bienal do Mercosul ou aos festivais de cinema alternativo. São várias as "Trisbos" ("Ripongas" ou "Artistas plásticos") que realizam grandes eventos que não conseguem dialogar com o restante da sociedade e sustentam-se  apenas da participação, do contato e das ideias de seus semelhantes, num "canibalismo" de ideias que me preocupa, e me preocupa fundamentalmente porque não aparece nas reflexões da sociedade e nem das "tribos canibais", como se vivessem em mundos totalmente desconectados ou alternativos.
Para pensar: Como romper os limites da "Tribo" e provocar o debate e atenção da sociedade para o problema da sustentabilidade?




quarta-feira, 18 de janeiro de 2012

O Que você anda fazendo na prática pelo meio ambiente?

Já parou para pensar sobre o que você poderia fazer pelo meio ambiente? Se já pensou nisso já és uma exceção.
São várias ações possíveis, desde as mais simples como controlar o consumo de energia, de água, diminuir o consumo de embalagens e descartáveis em geral, separa o lixo e garantir que a coleta seja seletiva até algumas mais complexas como usar bem menos o carro, fazer compostagem dos seus resíduos orgânicos, usar produtos de limpeza(de casa e pessoais) sem petroquímica, consumir produtos orgânicos, plantar árvores ou plantas, reaproveitar água da chuva... enfim uma infinidade de ações.
Qual delas você está efetivamente fazendo? É suficiente? Não dá mesmo pra fazer um pouco mais?
Diz ai o que tu está fazendo...


segunda-feira, 9 de janeiro de 2012

Boas Vindas

Olá a todos que chegaram até a este Blog, sejam muito bem Vindos!

Atualmente temos ouvido falar muito em problemas ambientais ou em sustentabilidade. Já a algum tempo venho buscando encontrar ações ambientais com as quais eu possa contribuir, mas tenho encontrado dificuldades, tenho visto na internet alguns movimentos, mas a grande maioria ou está associado a algum grupo(pesquisa, empresarial, etc) ou tem sua atuação baseada em protesto.

Sinto falta de uma postura mais pró-ativa, mais propositiva, que busque soluções e não apenas aponte problemas. Que faça mais e não se contente em cobrar ação dos governos.

Sei que estes movimentos de cobrança são absolutamente necessários e tem grande valor de pressão para evitar ou minimizar impactos, mas eu particularmente gostaria mais de colocar a mão na massa.

Este Blog faz parte de uma série de iniciativas minhas que buscam encontrar aqui em Porto Alegre e no Rio Grande do Sul, pessoas que tenham esse mesmo sentimento, para que possamos criar juntos um grupo de ação, que discuta os problemas e proponha soluções, que organize-se para mobilizar a população a fazer a diferença, a assumir a responsabilidade sobre o seu próprio destino.

Outra iniciativa neste sentido é a criação de um grupo de discussão e ação voluntária: acao voluntaria ambiental, que vocês podem acessar, acompanhar as discussões e também se engajar. A Sociedade precisa assumir a sua responsabilidade. Tu, eu, teus e meus amigos e parentes, nós somos a sociedade, nós precisamos agir.